múltiplas cores, aromas, gostos, desgostos
a procura da felicidade
na eterna multiplicade
do ser.
é crer que na aparência
não é possível conhecer
o que há em mim.
pedaços do outro
e o outro de mim?
Papai,
em pequeno me detinha
às alegrias da meninice:
esconde-esconde, amarelinha,
jogar bola; comer sanduíche,
na casa da vovó,
doces, guloseimas:
tudo uma alegria só!
Papai,
em pequeno descobri
que a fartura e a alegria
vinha d’um menino
nascido na noite feliz
em Belém!
Que viveu
pobremente
e a boa-notícia
entregou.
Papai,
mamãe me falou
de toda história,
de toda glória
da alegria
da gente que o Senhor
tanto amou
e por amor tão grande
deu seu Filho
como prova de amor.
Papai,
em pequeno ouvi
a voz de mamãe
a narrar as histórias
de Jesus e sua glória
e de seu terno amor
que se deu por mim
pobre pecador.
Papai,
em pequeno não entendia
que um homem podia
morrer e reviver, Senhor!
Como poderia ser eu pecador?
se a mamãe obedecia
e ao papai sempre temia?
Hoje, Papai,
mais crescido
leio suas palavras
que falam de seu amor
e o sinto presente
o meu Salvador,
o menino Jesus,
a estrela de luz
que, no céu do Oriente,
raiou.
Que alegria, Papai
descobrir que tenho
um papai terreno
e outro que me criou
por isso, mamãe
se emociona
quando oro
e o chamo:
meu papai de amor.
Não existe amigo melhor! Gosto muito desse hino, expressa a razão da minha fé.
Eis-me, amigo, a louvar-te
o nome; orar por ti traz-me
infinda alegria, tua tristeza faz-me
desejar tua companhia, ter-te
sempre ao lado, amigo amado!
Será, pois, propício dedicar-te
meus versos? Oferecer-te meu amor
de amiga: que sofre e padece contigo,
meu amigo! Que poderei fazer
se o que me é propício, como amiga,
é dedicar-te o ser: tudo que sou e tenho!
Entoemos glória ao Rei e Senhor das nossas vidas: elevemos nossas vozes e nossas mãos ao único digno de todo nosso louvor, adoração, honra, glória!
Só em Jesus desfrutamos da paz!
O Senhor é o nosso único caminho! Siga-o!